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Como saber se um Mounjaro é falsificado?

Atualizado em 31/08/2026

Resposta rápida

Os sinais que levaram à apreensão dos lotes falsificados de Mounjaro foram detectados pela própria Eli Lilly: números de série que não constavam nos sistemas da empresa, materiais de embalagem não originais e código 2D com leitura defeituosa. A Resolução RE nº 1.279/2026 apreendeu os lotes D856831 (Mounjaro), D880730 e D840678 (Mounjaro KwikPen). Na prática, quem compra tem três verificações ao alcance: conferir se o lote da caixa está entre os apreendidos, testar a leitura do código 2D da embalagem e — a mais importante — comprar somente em farmácia, onde o produto chega pelo circuito rastreável do fabricante.

Resposta completa

Falsificação bem feita engana no visual — por isso as verificações que funcionam são as estruturais. O caminho de compra é a primeira: produto que chega por farmácia vem do circuito de distribuição do fabricante, com nota fiscal e lote rastreável. A segunda é o lote impresso na embalagem: os lotes D856831, D880730 e D840678 foram declarados falsificados por resolução. A terceira é o código 2D: nas unidades falsas apreendidas, a leitura era defeituosa. Se qualquer uma dessas verificações falhar, não use o produto e informe a farmácia ou os canais oficiais da Anvisa.

Explicando de forma simples

Confira três coisas: comprou em farmácia? O lote está fora da lista de falsificados (D856831, D880730, D840678)? O código 2D da caixa lê normalmente? Qualquer falha: não use.

Na prática

1. Guarde a caixa e a nota fiscal — são a rastreabilidade do produto. 2. Confira o lote impresso contra os lotes apreendidos. 3. Se a leitura do código 2D falhar ou a embalagem parecer diferente, não use e informe a farmácia ou os canais oficiais da Anvisa.

Sinais de alerta

Embalagem com acabamento diferente, código 2D que não lê e oferta fora de farmácia são os três sinais que apareceram nos lotes falsificados reais.

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